14h00 | Recepção
14h30 | Olimpismo & Cultura de Competição
Prof. Gustavo Pires (FMH-UTL)
De Atenas 1896 a Pequim 2008, os Jogos Olímpicos da Era Moderna passaram de 241 atletas do género masculino oriundos de 14 países que competiram em 9 desportos, para 10500 atletas de ambos os géneros oriundos de 204 países e territórios, que competiram em 28 desportos. Os Jogos tiveram um enorme êxito porque celebraram o que de mais sagrado existe na condição humana: o espírito competitivo. Hoje, o Olimpismo é um extraordinário catalisador de mudanças sociais que, no âmbito da diplomacia de “soft power”, promove o desenvolvimento e o progresso entre as nações.
14h45 | SER CORPO, e não TER CORPO
Prof. Pedro Morato (FMH-UTL)
A Sociedade exige um corpo. Um corpo culturalmente padronizado em função de necessidades de produção, de resistência, mas principalmente, um modelo de corpo/pessoa perfeita, na procura incessante da excelência, cujos principais atributos são aparentes, ou seja, uma visão estética, um Ser corpo São, Forte e Belo. Esta não será uma visão paradoxal para uma sociedade que se quer inclusiva, ou seja, mais ética do que estética?
15h00 | Como se fabrica um herói desportivo?
Profa. Ana Santos (FMH-UTL)
Há muitos campeões em variados desportos mas são muito poucos os que acedem ao estatuto de herói. Os heróis do desporto procedem de uma nomeação e visibilidade mediática intimamente ligada com a história da modalidade que representam. Os Media focam, de modo desigual, modalidades e categorias de atletas o que explica a resposta fácil a cada uma das seguintes questões: poderia o Ronaldo ser tão conhecido se em vez de futebol jogasse andebol? Poderá uma mulher tornar-se, como Mourinho, a melhor treinadora de futebol?
15h15 | Jogos e Actividades
17h00 | Encerramento
