Universidade Técnica de Lisboa Universidade Técnica de Lisboa
Eu sou da UTL
João Canelas Raposo

"A Medicina Veterinária começou por ser um sonho de criança que ganhou forma na Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa. Terminado o 12º ano de Escolaridade, optei pela Universidade Técnica pela excelência e  tradição do ensino nesta Universidade, bem como pelas infraestruturas e garantias da Faculdade de Medicina Veterinária, em particular. Se por um lado a exigência escolar obrigou a sacrifícios e a um esforço contínuo para atingir a alta fasquia exigida,  por outro, o convívio e atividades extracurriculares proporcionaram momentos inesquecíveis e amizades para toda a  vida. Terminado o curso, sei hoje o quão importante foi o rigor dos professores na nossa preparação e quão valiosas foram as horas de estudo complementadas (e na altura dificultadas) pela forte componente prática do currículo. Obrigado à FMVUTL por acreditar que formar médicos-veterinários é uma tarefa árdua mas com resultados durante a vida profissional."

João Marchante

"Muito mais que um simples curso de Biologia! O curso do ISA é um curso dinâmico feito em colaboração com os professores onde todas as opiniões contam. As turmas pequenas permitem uma interação muito benéfica com os professores e a localização do Instituto permite uma interação esplêndida com a natureza necessária para qualquer biólogo!"

Joana Maçanita

“Ingressei no ISA em 2000 aconselhada pelo meu pai que falava do Instituto Superior de Agronomia com muito respeito e orgulho. Não sabia na altura qual era o meu futuro. Em 2004, fiz a minha primeira vindima e aconselhada pelos professores do ISA decidi tirar Viticultura e Enologia. Com a estrutura de formação do ISA e os seus métodos de engenho, consegui em 2006 montar a minha empresa de Consultoria Enológica com dois colegas do ISA, a WineID, que apoia neste momento
8 produtores Nacionais. É importante dizer que o ISA me deu as bases necessárias para poder tomar decisões e que o ISA é como uma segunda casa que nos dá alicerces para ficarmos sempre de pé. Nesta Casa recebi as ferramentas necessárias para ser uma profissional de sucesso, foi neste berço que me formei e é com grande orgulho que o escrevo.”

Tiago Van Zeller

“Foi num contexto de expectativa e novidade que entrei no ISA, em 1998. Descobri tradição e conhecimento, envolvência e pessoas que me acompanharam na licenciatura em Eng.ª Agro-Industrial (...) Foi um período intenso de formação pessoal e académica, contíguo a um crescimento humano que continuou na descoberta de um mundo profissional complexo e  multidisciplinar – a Indústria Alimentar. (...) A necessidade de complementar a formação de base surgiu cedo, e terminei já uma especialização técnica de um ano, e a seguir o Mestrado em Eng.ª Alimentar no ISA, em Tecnologia dos Produtos
Vegetais. O círculo fechou-se neste regresso ao ISA, afinal a casa de onde parti há apenas 4 anos.”

Maria João Martins

“Iniciei a minha licenciatura no ISEG no ano letivo de 78/79, com muitas expectativas de conhecimento quer do ponto de vista teórico quer do ponto de vista académico. A minha vida universitária, dividida entre o Quelhas e a Buenos Aires, foi uma experiência muito diversificada e onde também encontrei amigos que mantenho até hoje. Acabei o curso e integrei-me na vida profissional, passando por multinacionais como a Alcatel (empresa francesa na área das telecomunicações) e a Matutano (empresa americana na área alimentar) e, abracei há alguns anos uma experiência gratificante como empresária no ramo das tecnologias. Foi com muita curiosidade que voltei às instalações do ISEG para comemorar os 25 anos de curso e além de rever colegas, amigos e professores, reencontrei uma escola renovada, com instalações ao nível das melhores escolas internacionais. Foi maravilhoso perceber que o ISEG acompanhou a mudança dos tempos e se atualizou de uma forma  extraordinária.”

Nuno Gracias

“Nuno Gracias licenciou-se em Engenharia Electrotécnica e de Computadores; do seu percurso académico recorda-se do que mais o marcou, “A licenciatura foi para mim um desafio porque havia matérias muito interessantes e outras que não imaginava aplicação possível. Os restantes anos (mestrado e doutoramento) foram muito agradáveis porque pude escolher um tópico de estudo do meu interesse (visão robótica) e estive integrado numa equipa muito motivadora (o ISR).” Tendo como base a sua experiência no IST, e a sua importância para triunfar a nível profissional, destaca dois fatores, “o primeiro foi o nível alto de exigência imposto, que nos obrigou a ter capacidade de aprender e dominar rapidamente uma matéria nova. O segundo foi ter conhecido alguns professores que serviram de exemplo muito positivo para as minhas atividades posteriores, como investigador. ”

Duarte Freitas

“Duarte Freitas licenciou-se em Engenharia Informática e de Computadores. Da sua vida académica recorda duas vidas: a da diversão e a académica. Académica: muito estudo e muita matemática que na altura não valorizou, e hoje, no mercado de trabalho, aprendeu a valorizar, e a reconhecer o saber pensar que aprendeu. Diversão: recorda-se dos arraiais, e das rodas de viola no jardim. Tendo em conta a sua experiência no IST, considera ter sido importante para triunfar a nível profissional,  "Aprender a pensar! É a característica mais importante que aprendi. O ter que cumprir prazos; os desafios difíceis que ultrapassamos e que nos fazem evoluir.”

 

Luís Rocha

“É um curso de tolerância, um curso de relações humanas, pelo menos tão importante quanto à licenciatura em educação física e desporto.”

José Mourinho

”A minha relação afetiva à escola é imensa, por aspetos humanos, por recordações que ficam, por amizades impossíveis de
esquecer. (...) Quer queiramos quer não o futebol é a cara mais visível. É aquilo que atinge uma dimensão mediática muito maior, mas há muita gente que saiu da casa e que tem sucesso noutras áreas e noutras modalidades (...) Contacto imenso com jovens que querem seguir uma carreira como a minha e eu digo-lhes, não pensem nunca que um treinador de sucesso poderá ser um expert em futebol e um completo leigo em todas as outras  áreas, principalmente áreas relacionadas com as ciências humanas, e comecei por perceber isso mesmo na escola (...) Da mesma maneira como eles agora sonham eu também sonhei. Se eu consegui eles também podem conseguir. Mantenham as suas ideias, a sua identidade, a sua ambição que podem conseguir. Tudo isso é possível!”

Pedro Aparício

“Licenciei-me em Ergonomia com o espírito de quem pretende contribuir para a melhoria global das condições de vida. Foi muito gratificante perceber pela minha prática profissional que com o meu curso posso de facto ajudar no desenvolvimento da nossa sociedade, dedicando-me hoje em exclusivo à melhoria das condições de trabalho. Mesmo tendo saído do curso em tempos de crise consegui encontrar emprego na área.”

Carla Ribeiro

“A FMH tem como marca uma elevada capacidade de inovar e acompanhar o fenómeno desportivo. Foi essa visão que me cativou para aluna em 1995: era à data a primeira e única escola de ensino superior com o curso de Gestão do Desporto. ”

Catarina Felix

“Para além da formação que a faculdade nos proporciona penso que é preciso estarmos constantemente a auto formarmo-nos. ”

Sérgio Garcês Marques

“O curso de arquitectura da Faculdade de Arquitectura confere capacidades científicas e artísticas úteis para a minha vida profissional. Encontrei nesta instituição um suporte ao meu percurso, quer através do contacto com profissionais, quer pelos conteúdos programáticos. A FA prepara para os desafios da vida activa de um arquitecto que tem na sua mão o “poder” de intervir na vida das pessoas!”

Vera João

“A minha entrada no mercado de trabalho surgiu com o estágio da Licenciatura em Arquitectura “pré-bolonha”. Coloquei em prática os conhecimentos teórico práticos adquiridos e que foram de encontro ao expectável. Esses conhecimentos que se diluíram na prática do gabinete de arquitectura, constituem ainda hoje a base para a profissão que exerço.”


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