Ano curricular: 1 Duração: 1º semestre
Créditos: 5.0 ECTS Tipo:Obrigatória
Idioma: Português
Pré-requisitos:
Não tem
Docente(s):
Celeste Simões
Leonor Moniz Pereira
Cristina Espadinha
Enredeço web: http://www.fmh.utl.pt/estruturainterna/cp_index.html
Teóricas: 25.0 Total: 25.0
- No final da disciplina o estudante é capaz de:
- Analisar como as áreas da Saúde, Segurança Social, Educação e Trabalho sustentam a igualdade de oportunidades / inclusão, e interagem com as Instituições de Educação especial e Reabilitação, considerando-as realidades simultaneamente condicionadoras e condicionadas no processo de (re)habilitação desses grupos de risco ou em situação de exclusão
- Identificar factores caracterizadores dos principais modelos de atendimento, nas vertentes de planeamento, organização e gestão do processo de (re)habilitação.
O direito à participação social sem restrições das populações em situação de exclusão implica mudanças significativas nas perspectivas de análise e de organização dos serviços e condicionam os modelos de atendimento assim como a intervenção nesta área de uma forma por vezes difícil de caracterizar e analisar. A participação plena na vida social destes grupos, exige por isso, uma intervenção consistente e sistemática junto das instituições, organizações e serviços existentes numa comunidade. Estes são, muitas vezes, geradores de restrições à sua participação, provenientes da falta de informação sobre a pessoa com deficiência. A autonomia destas populações, bem como a possibilidade de viver em ambiente o menos restritivo possível, ficam assim fortemente condicionados. Uma mudança no atendimento implica, então, que se considere um elemento fundamental o envolvimento psicossocial destes grupos, assim como se atribua uma relevância maior às barreiras à participação social criadas pelo meio ambiente e pelos serviços de atendimento. Analisam-se as diferentes perspectivas de abordagem da organização e planeamento dos serviços de apoio (centrada na pessoa, no profissional e na organização). Por último, abordam-se princípios éticos que devem estar presentes qualquer que seja o modelo de intervenção questiona-se a equipa e o papel dos elementos “chaves” na constituição de redes sociais de apoio na gestão e implementação do plano e do programa individual de (re) habilitação em ambiente o menos restritivo possível, tomando partido dos recursos da comunidade à luz desses princípios
Bibliografia principal:
Bibliografia complementar:
Trabalho temático realizado em grupo
125.0 horas
